sexta-feira, 16 de maio de 2008

Contradição

Quero assistir uma comédia romântica bem clichê. Quero comer uma fritura bem saturada. Quero ver todas as pupilas dilatadas. E que o mundo saiba: se apenas com objetos intelectuais aprendemos, é com as besteira fruta-cor que vivemos.
Coloco um chapéu na cabeça e um charuto na boca. Ei, querido, a noite é uma criança já faz duzentos anos. Então cale a boca e encare a contradição. Poesia que é poesia não se faz com lápis na mão.

3 comentários:

nada disse...

Eu já tinha te falado, mas não custa lembrar. Adorei este texto!

Juliana disse...

você me disse que tem vontade de morrer quando lê meus textos...
e eu fiquei pensando...
ora, mas será que ela me acha mórbida?
mas isso é só porque eu tô numa fase engraçadinha no momento.
o negócio é que eu não comentei, mas eu li os seus textos que aqui estão.
e estão muito bons.
e a prova disso é que eles me inspiram.
porque quando eu leio uma coisa sua, me dá vontade de escrever.
e aí eu escrevo uma coisinha qualquer que aparece no canto do meu cérebro, e você acha lindo!
sabe, esse é o círculo vicioso perfeito!

Anônimo disse...

Eu quero um príncipe, em carruagem de abóboras. Abóboras alaranjadas.
Eu quero uma vida conto de fadas.
Gabi, você é demais.
Sem mais.