quarta-feira, 23 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
édem(eu)
poderia eu ter nascido...
no jardim da alienação
onde todos os campos sao eliseos
toda flor é de plastico
e toda pretençao é poesia...
por lá onde não há hipocrisia
nao existe guerra para se temer
nem deusa para louvar
onde o céu é certo
a comida nao engorda,
o fumo não mata,
a droga não vicia,
e se é intocavel
onde se compreende tda
a dor,
a brisa,
o amor,
a vida
local erudito, no qual...
o toque, nada mais é que um toque.
a beleza nada mais é do que a face.
e o pensar é inútil, ninguem o fez, faz, ou mesmo fará
poderia eu ter nascido...
no jardim da alienação
onde todos os campos sao eliseos
toda flor é de plastico
e toda pretençao é poesia...
por lá onde não há hipocrisia
nao existe guerra para se temer
nem deusa para louvar
onde o céu é certo
a comida nao engorda,
o fumo não mata,
a droga não vicia,
e se é intocavel
onde se compreende tda
a dor,
a brisa,
o amor,
a vida
local erudito, no qual...
o toque, nada mais é que um toque.
a beleza nada mais é do que a face.
e o pensar é inútil, ninguem o fez, faz, ou mesmo fará
aqui jaz mais um poema de amor repetitivo;
MEU CÉU, MINHA TERRA, E MEU MAR (eu)
amor, nao tenha medo de chorar..
pois suas lagrimas
lacrimejam em meu mar
amor, nao tenha medo de amar..
pois seu lindos suspiros
perfumam meu ar
amor. deixe-me ve-la
cantar...
sorrir e dançar
ou aconchegar-te
ja que outros muitos
nao vao entender-te
viva, sorrindo
sentindo
ou sofrendo...
viva
com suas petalas
crio minha rosa-dos-ventos
com suas palavras meus mapas
e de tua euforia uma poesia
MEU CÉU, MINHA TERRA, E MEU MAR (eu)
amor, nao tenha medo de chorar..
pois suas lagrimas
lacrimejam em meu mar
amor, nao tenha medo de amar..
pois seu lindos suspiros
perfumam meu ar
amor. deixe-me ve-la
cantar...
sorrir e dançar
ou aconchegar-te
ja que outros muitos
nao vao entender-te
viva, sorrindo
sentindo
ou sofrendo...
viva
com suas petalas
crio minha rosa-dos-ventos
com suas palavras meus mapas
e de tua euforia uma poesia
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
O Fim
Fernando Sabino
Manuel Bandeira
Cada um do seu jeito
A última, o último
Questão de gênero?
Dedicatória final no meio de um livro final:
O papel é curto, viver é cumprido.
É e nem o mundo de papel, escorrendo pelos oceanos de cortazar
Infindáveis.
La Vie em Close - Hoje não obrigado, nem amanhã. Ontem sim, será bom.
“Os mortos governam os vivos”
Governam? Frase feita já dizia um lá.
Muito bonito esse negócio de acabar morrendo.
Se quiser pode até fingir isso: que morremos
Mas um Pessoa já não disse que somos cadáveres adiados?
Então os mortos governam os mortos?
Sem soluções no momento.
“deixe o quarto como está. Agora, está tudo pronto. Estamos prontos. Quer ir?”
É domingo, fim de tarde. Domingo tem cara de fim de tarde e fim de tarde de domingo tem cara de fim de semana, bem no primeiro dia da semana.
Esse poente, esse conhaque, o homem atrás dos bigodes, o gauche e o Raimundo, deixam a gente comovida como o diabo.
Manuel Bandeira
Cada um do seu jeito
A última, o último
Questão de gênero?
Dedicatória final no meio de um livro final:
O papel é curto, viver é cumprido.
É e nem o mundo de papel, escorrendo pelos oceanos de cortazar
Infindáveis.
La Vie em Close - Hoje não obrigado, nem amanhã. Ontem sim, será bom.
“Os mortos governam os vivos”
Governam? Frase feita já dizia um lá.
Muito bonito esse negócio de acabar morrendo.
Se quiser pode até fingir isso: que morremos
Mas um Pessoa já não disse que somos cadáveres adiados?
Então os mortos governam os mortos?
Sem soluções no momento.
“deixe o quarto como está. Agora, está tudo pronto. Estamos prontos. Quer ir?”
É domingo, fim de tarde. Domingo tem cara de fim de tarde e fim de tarde de domingo tem cara de fim de semana, bem no primeiro dia da semana.
Esse poente, esse conhaque, o homem atrás dos bigodes, o gauche e o Raimundo, deixam a gente comovida como o diabo.
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