sexta-feira, 30 de maio de 2008

Por quê?

Me diga: por quê?
Não, de verdade. É apenas um ato sádico nos colocar no mundo? Para depois estender a mão, dar uma piscadela e dizer: "É isso aí, meu chapa. Acabou."?
Perdão pela blasfêmia, sindicados dos seres humanos à parte, mas religião deveria no mínimo reconfortar. Dar a mão depois de dar o tapa? Vai entender. Se o nariz saiu muito torto, Gepeto, foi você quem fez.
Chega desse eterno "expressar da subjetividade" através de metáforas. Vamos ser objetivos, sim? Não quero renascer coisíssima nenhuma. O botão da rosa que me desculpe, mas só desejo crescer com a mesma impressão na identidade.

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