segunda-feira, 9 de junho de 2008
Problema de amor
É a menina mais cheia de história que conheci. Tinha essa mania de ficar criando personagens, descrevia uma boca no papel e, minha nossa Senhora, lá estava a boca no próprio rosto.
Andava devagarzinho, como se levasse um fogão amarrado em cada pé. Olhava para todo mundo meio torto, mas um torto bonito, engraçadinho, dava vontade de pegar aquele torto e colocar em um quadro.
Não é para menos que logo que a viu, se apaixonou. Andava atrás dela a quatro patas, enquanto a garota só no sorriso torto. Quem diria qualquer coisa sobre isso? Ela olhava assim também para a vespa e para a largartixa. Foi como o menino foi se sentindo, ê Maria, lagartixa. Ficou verde e de cama. Doente de amor, viu? Benção não resolvia, que não era de santo seu problema. Era problema de amor, doutor, seu padre, ah, pai.
Minha nossa Maria!
Andava devagarzinho, como se levasse um fogão amarrado em cada pé. Olhava para todo mundo meio torto, mas um torto bonito, engraçadinho, dava vontade de pegar aquele torto e colocar em um quadro.
Não é para menos que logo que a viu, se apaixonou. Andava atrás dela a quatro patas, enquanto a garota só no sorriso torto. Quem diria qualquer coisa sobre isso? Ela olhava assim também para a vespa e para a largartixa. Foi como o menino foi se sentindo, ê Maria, lagartixa. Ficou verde e de cama. Doente de amor, viu? Benção não resolvia, que não era de santo seu problema. Era problema de amor, doutor, seu padre, ah, pai.
Minha nossa Maria!
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2 comentários:
crlho, gabi, de onde vc tirou todo esse estilo???
uau
well, parabéns pelo texto!
o amor, seu estilo e seus problemas
nascerá e morrerá torto.
que conserta?
parabéns mesmo! : )
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