terça-feira, 24 de junho de 2008
Aqui vai o sol!
Feito na agenda, este aqui.
Gostaria de manter estes momentos nalgum lugar seguro, como pequenos tesouros que eu pudesse contemplar, quando quisesse.
Não me parece justo que estes milagres do cotidiano se consumam e passem por mim sem o consentimento de minha memória.
Eu sou estes momentos, e o sentimento infindável que vem deles eu guardo em mim, como ecos deste tempo remoto que chamo de presente meu.
Como se todas as cores do arco-íris que me acontecem em certos dias pudessem esperar por mim no pote de ouro, no fim.
Pois direi que eu era feliz. E sabia.
Só queria ter a certeza de que não vou esquecer.
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3 comentários:
Jú, você me mata. Seu universo é tão grande que seria quase uma ofensa dizer como é bom contemplá-lo. É impossível contemplá-lo por inteiro. Mas a parte que vejo, essa parte ínfima, ocupa dentro de mim um espaço devastador. Por isso, se um dia você esquecer de todas as memórias, não se esqueça que o espelho sempre inverte: as suas memórias nunca esquecerão de você.
Um brinde à amiga melhor!
E, caso tenho se esquecido das sábias palavras proferidas de ponta cabeça na poltrona da outra casa:
Beba Vinho!
é exatamente disso que eu estou falando...
hahaha!
não é nada subliminar, mas tem tudo de sublime!!
Estou terrivelmente orgulhosa da sua aliteração poética. Nunca tinha te visto fazer isso antes. Eu só consigo raramente, em momentos de muita sintonia com o mundo. Muuita.
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