terça-feira, 3 de junho de 2008
relações
se você não gosta de Nárnia, nem de Senhor dos Anéis, nem de HP, por favor nao passe dessa linha, há um delírio total, a partir desse momento.
3ª Crônica: The Horse and his boy, capítulo 11, última página:
"I was the lion". And as Shasta gaped with open mouth and said nothing, the Voice continued. "I was the lion who forced you to join with Aravis. I was the cat who comforted you among the houses of the dead. I was the lion who dorve the jackals from you while you slept. I was the lion who gave the Horses the new strength of fear for the last mile so that you should reach King Lune in time. And I was the lion you do not remeber who pushed the boat in which you lay, a child near death, so that it came to shore where a man sat, wakeful at midnight, to receive you"
nao sei se eu passei certo, mas podem perceber uma certa relação entre Deus, aquele amado dos cristãos e radicalizando um pouco, com aquela música do grande Raul, Gitã?
Sim, Lewis foi bem criticado por todos, inclusive por seu parceiro, Tolkien (que até o momento naão tinha criado Senhor dos Anéis), que o mandou uma carta, que resumindo, julgou que textos desse tipo, nada de interessante tinham.
As Crônicas de Nárnia podem parecer filminhos bobos, livros infantis, mas tem uma história, tem um contexto, no qual a infantilidade se torna o sentimento mais maduro que qualquer um pode ter. A imaginação colore o mundo, o mundo é aquele que o conreto domina, que o abstrato está cada dia com menos expressão.
A relação, acho que está meio clara, no qual o leão, no caso Aslam, é Deus, tem atitudes da música de Raul e pode ser retratada nesse livro, no qual eu gosto muito. A intenção de Lewis era mostrar um mundo perfeito, talvez? Ou o céu, ou aquele que nunca nso pertenceu, no qual só chegam os selecionados? Ou ele é um Gitã da vida (Eu sou as coisas da vida, eu sou o medo de amar (...), eu sou o início, o fim e o meio?)
Espero não ter sido chata, nem infantil.
3ª Crônica: The Horse and his boy, capítulo 11, última página:
"I was the lion". And as Shasta gaped with open mouth and said nothing, the Voice continued. "I was the lion who forced you to join with Aravis. I was the cat who comforted you among the houses of the dead. I was the lion who dorve the jackals from you while you slept. I was the lion who gave the Horses the new strength of fear for the last mile so that you should reach King Lune in time. And I was the lion you do not remeber who pushed the boat in which you lay, a child near death, so that it came to shore where a man sat, wakeful at midnight, to receive you"
nao sei se eu passei certo, mas podem perceber uma certa relação entre Deus, aquele amado dos cristãos e radicalizando um pouco, com aquela música do grande Raul, Gitã?
Sim, Lewis foi bem criticado por todos, inclusive por seu parceiro, Tolkien (que até o momento naão tinha criado Senhor dos Anéis), que o mandou uma carta, que resumindo, julgou que textos desse tipo, nada de interessante tinham.
As Crônicas de Nárnia podem parecer filminhos bobos, livros infantis, mas tem uma história, tem um contexto, no qual a infantilidade se torna o sentimento mais maduro que qualquer um pode ter. A imaginação colore o mundo, o mundo é aquele que o conreto domina, que o abstrato está cada dia com menos expressão.
A relação, acho que está meio clara, no qual o leão, no caso Aslam, é Deus, tem atitudes da música de Raul e pode ser retratada nesse livro, no qual eu gosto muito. A intenção de Lewis era mostrar um mundo perfeito, talvez? Ou o céu, ou aquele que nunca nso pertenceu, no qual só chegam os selecionados? Ou ele é um Gitã da vida (Eu sou as coisas da vida, eu sou o medo de amar (...), eu sou o início, o fim e o meio?)
Espero não ter sido chata, nem infantil.
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Um comentário:
você não devia ter medo de ser infantil.
Afinal, como já definiu Lewis, a infantilidade é o mais maduro dos sentimentos.
É isso aí!
Gostei da análise.
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