segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Estrela da sorte
aquela que não aparece em qualquer céu
brilha forte raramente e longe das outras no azul límpido
estrela egocêntrica egoísta e idiota
que sorte pode passar a qualquer adorador iludido
sonho com a banheira de agua fervente
despejada em minha cabeça num borbulhar inacababavel
despojada estrela solitaria, não salva os escaldados
que da agua retiram vida
que da vida retiram fatos
sussurrenta brigadora enfrentando toda a virtude
estrela da sorte solitária vague só
toda a noite
desprendida da beleza, do sentido e do valor
estrela amada e maldita suma agora
vá bem pra longe nessa hora
que não há mais bem alguém
que deseje de te ver
Iludida, ilusória, ó maldita, falsa glória
morra agora, e não volte nunca mais
brilha forte raramente e longe das outras no azul límpido
estrela egocêntrica egoísta e idiota
que sorte pode passar a qualquer adorador iludido
sonho com a banheira de agua fervente
despejada em minha cabeça num borbulhar inacababavel
despojada estrela solitaria, não salva os escaldados
que da agua retiram vida
que da vida retiram fatos
sussurrenta brigadora enfrentando toda a virtude
estrela da sorte solitária vague só
toda a noite
desprendida da beleza, do sentido e do valor
estrela amada e maldita suma agora
vá bem pra longe nessa hora
que não há mais bem alguém
que deseje de te ver
Iludida, ilusória, ó maldita, falsa glória
morra agora, e não volte nunca mais
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