segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Despoesia
Mesmo assim porque mesmo depois
Só viu o céu e caiu depois
Algo que não possa ser percebido
Abri minha janela e tomei um tiro
O verso branco, semi-pardo
Lembra? É aquele que atingimos com um dardo
Num dia de sol muito nublado
Enquanto contávamos cabeças de gado
Estava andando no parque
Com o sol do meu lado
Num dia de sábado
Meu lábio estava todo rachado
Vivemos disse o, Porra!
Porra? Disse o, cão?
Venderam meu cavalo hoje
Meu belo carneiro de chocolate
(de Dimas, Tomás, Luiz e Marco)
Só viu o céu e caiu depois
Algo que não possa ser percebido
Abri minha janela e tomei um tiro
O verso branco, semi-pardo
Lembra? É aquele que atingimos com um dardo
Num dia de sol muito nublado
Enquanto contávamos cabeças de gado
Estava andando no parque
Com o sol do meu lado
Num dia de sábado
Meu lábio estava todo rachado
Vivemos disse o, Porra!
Porra? Disse o, cão?
Venderam meu cavalo hoje
Meu belo carneiro de chocolate
(de Dimas, Tomás, Luiz e Marco)
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